Fla ainda precisa pagar R$ 25 milhões por contratações e vê maioria de reforços não emplacarem

Ao garantir a volta a Libertadores, o Flamengo estabeleceu que contraria reforços pontuais, mas indiscutíveis. Na prática, das cinco chegadas, apenas Trauco se firmou. Berrío, pela parte técnica, e Rômulo, por questões físicas, estão longe de entregar o que prometeram. O lateral Renê veio para compor e é bem avaliado, enquanto Conca segue recuperando-se de lesão e sem data para estreia.

A conta dos reforços que não deram certo não para aí, nem em 2017. Ano passado, apesar de Diego, os estrangeiros Mancuello, Cuéllar e Donatti somaram alto investimento e ainda não emplacaram. Aliás, a diretoria aguarda ofertas, mas não se desfaz de alguns jogadores pois ainda paga por eles.

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No total, o clube tem 63.3 milhões a pagar de direitos federativos e de imagem de atletas: R$ 38 milhões de direitos de imagem e R$ 25 milhões de direitos econômicos. São, de acordo com o balanço financeiro, R$ 4.3 milhões por Cuellar, R$ 2.6 milhões de Mancuello, R$ 6.2 milhões por Orlando Berrio e R$ 2.5 milhões de Renê em 2017.

 De acordo com o balanço, em 2016 o clube já havia adquirido direitos de Muralha, além de ter firmado contrato de imagem com Diego, Rever, entre outros. No primeiro trimestre de 2017 a direção também passou a pagar imagem para Romulo e Alex Muralha.Todo o trabalho de captação de reforços, normalmente atribuído apenas ao diretor Rodrigo Caetano, passa também pelo Centro de Inteligência e Mercado (CIM), chefiado pelo ex-coordenador da base Marco Biasoto, que normalmente não aparece.

Analistas buscam dados de atletas pelo Brasil e o mundo e também avaliam o desempenho dos que já fazem parte do plantel. Relatórios são passados para a comissão técnica regularmente, e as decisões sobre renovações ou liberações também são tomadas em cima dos dados, também obtidos pelo Centro de Análise de Desempenho.

Fonte – ExtraOnline

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