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Enquanto a imprensa europeia dedica sua atenção a decifrar o clima no vestiário do Paris Saint-Germain após a polêmica envolvendo Neymar e Cavani, boa parte dos jogadores da equipe deram uma mostra de sintonia no domingo passado. O zagueiro Thiago Silva reuniu diversos atletas do elenco em uma festa pela comemoração de seus 33 anos, incluindo os compatriotas Neymar, Daniel Alves e Marquinhos, além de outras estrelas como Di María e Verratti.

Aparentemente distanciado dos brasucas, Cavani não apareceu em qualquer dos registros do aniversário do zagueiro - que não foram postados pelos jogadores, mas sim por suas esposas ou amigos. Poucas horas antes da festa, o uruguaio mostrou a seus seguidores que estava passando uma tarde bucólica, ao lado de cavalos, em um sítio.

Com tema de "boteco", a comemoração de Thiago Silva contou com uma roda de samba comandada pelos próprios jogadores. Daniel Alves alternou entre o tantã e o pandeiro, que depois foi parar nas mãos de Marquinhos. Neymar até soltou a voz em alguns momentos, com o veterano acompanhando tudo de perto.

Os rumores em torno da polêmica entre Neymar e Cavani, originada por uma disputa por quem seria o cobrador de pênaltis do time, teve mais um capítulo nesta segunda-feira, quando o jornal espanhol "El País" publicou que o uruguaio teria recusado uma proposta do presidente Nasser Al-Khelaifi para abrir mão das penalidades máximas. O uruguaio teria dito "não" a uma oferta de € 1 milhão (R$ 3,7 milhões) - mesmo valor que receberia caso fosse artilheiro do Campeonato Francês. O PSG reagiu e emitiu nota à mídia local desmentindo que o dirigente tenha feito a oferta ao atacante.

O mandatário teria tentado convencer Neymar a deixar os pênaltis para Cavani, mas o brasileiro não teria dado o braço a torcer. Desta forma, segundo o jornal, a maioria do elenco ficou ao lado de Cavani no episódio, enquanto Daniel Alves teria saído em defesa do compatriota e ex-companheiro no Barcelona.