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Marco Reus e as lesões vivem uma relação interminável de intimidade. Aos 28 anos, o meia-atacante do Borussia Dortmund perdeu, por exemplo, a oportunidade de disputar duas tremendas competições na carreira por estar no departamento médico - entre elas a Copa do Mundo de 2014 vencida pela Alemanha. Convocado com frequência para a seleção alemã e com o Mundial da Rússia pedindo passagem, voltou a abraçar seu drama pessoal em maio ao romper parcialmente o ligamento cruzado do joelho direito. Resultado: seis meses (ao mínimo) longe dos gramados.

Reus se machucou no dia 25 de maio, no primeiro tempo da final da Copa da Alemanha contra o Frankfurt, e precisou ser substituído no intervalo. Aos prantos. O Dortmund venceu por 2 a 1 e conquistou o título, o primeiro da carreira do jogador alemão. Em uma longa entrevista à revista "QG", ele reviveu aquele momento. Lá se foram quase cinco meses...

- Fui do céu ao inferno ao mesmo tempo. (Recebi o diagnóstico) no dia seguinte à conquista da Copa da Alemanha, meu primeiro título, que eu queria celebrar de maneira diferente, claro, do que com um ligamento rompido. Eu recebi o diagnóstico no dia em que estávamos no ônibus em Dortmund celebrando o troféu com os torcedores - relembrou ele.

Reus se machucou no dia 25 de maio, no primeiro tempo da final da Copa da Alemanha contra o Frankfurt, e precisou ser substituído no intervalo. Aos prantos. O Dortmund venceu por 2 a 1 e conquistou o título, o primeiro da carreira do jogador alemão. Em uma longa entrevista à revista "QG", ele reviveu aquele momento. Lá se foram quase cinco meses...

- Fui do céu ao inferno ao mesmo tempo. (Recebi o diagnóstico) no dia seguinte à conquista da Copa da Alemanha, meu primeiro título, que eu queria celebrar de maneira diferente, claro, do que com um ligamento rompido. Eu recebi o diagnóstico no dia em que estávamos no ônibus em Dortmund celebrando o troféu com os torcedores - relembrou ele.

Reus conta que chorou no momento em que foi substituído na final da Copa da Alemanha. E chorou ainda mais depois.

- Quando fui substituído no intervalo da final, as lágrimas já caíram, porque aquilo foi são doloroso. E dois ou três dias depois, quando eu assisti a isso tudo, as lágrimas vieram de novo. Mas isso, eu acredito, é apenas ser humano. É importante se desprender dessas emoções - disse.

"Desistir nunca foi uma opção"

Diante de sua terceira lesão séria em mais ou menos três anos, o jogador alemão garante que abriria mão de muita coisa para voltar a atuar normalmente. Inclusive do seu dinheiro.

- Você precisa ser realista. Nós jogadores ganhamos muito dinheiro, mas temos que aceitar o preço de uma saúde intacta. Não é só dinheiro, também é saúde. Alguns vão dizer que nada importa contanto que ganhe bastante dinheiro. Mas eu daria todo meu dinheiro para estar saudável e poder fazer o meu trabalho. Pelo que eu amo, que é jogar futebol.

- Desistir nunca foi uma opção para mim. É claro que a recuperação não é fácil, mas estou muito feliz porque tenho minha namorada, família e amigos que me ajudam nesse momento difícil. Dizem que, nos momentos de dificuldade, você vê quem realmente está com você. Eu posso confirmar isso - completou.