06db8fe7 8f28 43e3 9753 724151173725 Corinthians está com 5 pontos de vantagem sobre o Palmeiras (Foto: Daniel Augusto Jr/Corinthians)

O lateral direito Fagner foi o escolhido para falar com a imprensa na reapresentação do elenco do Corinthians, na tarde desta terça-feira, no CT Joaquim Grava. Mostrando bastante sinceridade, apesar do clima pouco amistoso que se formou no local com o céu cinzento e a má fase da equipe dentro de campo, o defensor fez questão de tecer elogios para o centroavante Miguel Borja, do Palmeiras, autor de três gols nos últimos três jogos.

“Futebol é muito da cabeça, confiança você não pega e tira na hora que você quer, é um negócio que depende do desempenho. A gente tem que tomar cuidado, é um jogador que retomou a confiança”, avaliou o camisa 23, que, por outro lado, assegurou não ter acompanhado o empate por 2 a 2 entre o Palmeiras e o Cruzeiro, na noite de segunda-feira, que deixou o arquirrival cinco pontos atrás do Timão antes do Derby de domingo, em Itaquera.

“Não assisti jogo nenhum, para ser bastante sincero, estava jogando videogame com o meu filho. Temos de nos preocupar com o nosso trabalho, se preocupar em trabalhar bem. Vamos tomar cuidado, avaliar, fazer um jogo consciente para que a gente possa tomar vantagem de algumas coisas e vencer o jogo”, comentou o defensor.

Com respostas semelhantes para tratar de diversos assuntos, desde questionamentos sobre a entrada de reservas no time titular ou da capacidade do Alvinegro em aguentar a pressão do rival na tabela de classificação, Fagner só foi mais incisivo ao negar que tenha caído de rendimento por ter ficado fora das convocações mais recentes da Seleção.

“Eu cheguei à Seleção graças ao meu trabalho no Corinthians. O fato de não ter sido convocado não mudou em nada minha maneira de pensar. Se o Corinthians não existisse na minha vida, eu não teria chegado na Seleção. Eu não teria motivo algum para estar desanimado”, avaliou, confiante nos companheiros para as rodadas finais.

“Eu não vejo faltar poder de reação, até porque criamos muito contra a Ponte, o Aranha numa tarde feliz demais, fez grandes defesas. Vejo como uma equipe que sofreu o gol, foi em busca, mas tem dais que você tenta, tenta e tenta, mas a bola não entra”, concluiu o jogador.