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Dia 22 de junho de 2011. Há exatos seis anos, o Santos conquistava pela terceira vez a Copa Libertadores da América após vencer o Peñarol, do Uruguai, pelo placar de 2 a 1, em um estádio do Pacaembu lotado. Dois atletas que participaram daquele momento histórico, o ex-lateral Léo e o volante Adriano, relembram com carinho o dia em que o Alvinegro novamente levantava a taça mais importante do futebol sul-americano.

“O Santos não ganhava a Libertadores desde 1963. Além disso, em 2003, chegamos à final, mas perdemos para o Boca Juniors. Por isso, aquele título de 2011 foi muito importante e especial para mim. Ver o Pacaembu abarrotado de santistas, chorando de alegria, é uma cena que jamais irei esquecer”, declarou o Guerreiro da Vila, que conquistou outros sete títulos pelo clube praiano, o que lhe garante a condição de maior campeão após a chamada Era Pelé, encerrada em 1974.

Ainda sobre a decisão, Léo enaltece a grande atuação do time. “Nosso elenco era muito bom, com o Neymar voando, além do comando do Muricy Ramalho. Após o empate no primeiro jogo por 0 a 0, em Montevidéu, a gente entrou em campo focado, sabendo que não poderia errar. Fizemos um grande jogo e o título foi mais que merecido”, acrescentou.

ADRIANO ESTEVE EM TODAS AS PARTIDAS

Um dos dois atletas que participaram de todos os 14 jogos da campanha vitoriosa, ao lado do goleiro Rafael, o volante Adriano também comenta sobre a importância do título em sua carreira.

“Eu fui revelado pelo Santos e sempre tive que provar que tinha condições de permanecer em um elenco recheado de estrelas. Fico muito feliz por ter entrado para o a história do clube. Saí do Santos há mais de três anos, mas até hoje os torcedores me tratam com carinho e se recordam da Libertadores de 2011. É um marco em minha carreira e também na minha vida”, afirma o meio-campista que atualmente disputa o Brasileiro da Série B pelo CRB, com  qual conquistou o título alagoano deste ano.