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No melhor estilo “adeus ano velho”, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou ontem um levantamento sobre o trabalho do técnico Tite e de sua comissão técnica à frente da seleção brasileira em 2017. Chama a atenção o número de partidas a que a equipe de profissionais assistiu pelo mundo: 138 jogos.

Foram 73 partidas no exterior e 65 em estádios brasileiros. Além disso, o treinador, o coordenador Edu Gaspar e uma equipe de observadores técnico ainda estiveram em 36 clubes espalhados por Brasil, Europa e China. Os números sustentam a preocupação de Tite de arregaçar as mangas e girar pelo mundo, compromisso assumido em junho de 2016, quando foi anunciado para a vaga de Dunga.

As viagens tiveram como objetivo reduzir a distância em relação a jogadores brasileiros anotados em uma lista prévia para a Copa de 2018. No Brasil, o trabalho fluiu em 11 jogos disputados — com oito vitórias, dois empates, uma derrota, 21 gols marcados e somente quatro sofridos.

Reencontro com a Alemanha

No calendário de 2017, predominou a tabela das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa da Rússia do ano que vem. De acordo com o levantamento da CBF, nos últimos 12 meses a comissão técnica comandou 33 treinos técnicos ou táticos durante os períodos de concentração. Ao todo, a seleção somou 23 horas e 19 minutos de prática no campo.

Já o futuro de Tite e da seleção brasileira começa em março. O terceiro mês de 2018 abrirá as expectativas por um feliz ano novo, mas com duros desafios: os amistosos contra a Rússia, anfitriã do Mundial, e a Alemanha, a pedra na nossa chuteira desde os 7 a 1, respectivamente nos dias 23 e 27, em Moscou e Berlim.