Fffa4714 73d4 4d4b 8dc9 37b898866b70 Por opção do clube, Roger Machado não teve o aporte financeiro da Crefisa para montar sua equipe (Foto: Reprodução)

O Palmeiras mudou sua política de contratações para 2018. Ao contrário dos anos anteriores, o Verdão acertou com um número reduzido de atletas, e sem utilizar recursos financeiros da Crefisa, principal patrocinadora do clube.

Até o momento, cinco caras novas estarão na Academia de Futebol em 3 de janeiro. Weverton foi escolhido por ser mais jovem que Fernando Prass e Jailson, identificados com o clube, mas com histórico de lesões. Na lateral direita, Marcos Rocha chega com a credencial de ser o principal atleta da posição nos últimos anos. Diogo Barbosa, um dos destaques do Cruzeiro, foi trazido para resolver o problema da outra lateral, enquanto o zagueiro Emerson Santos é considerado promissor, e Lucas Lima, a principal contratação até o momento.

Nestas operações, o Alviverde investiu ‘apenas’ R$ 8 milhões. Do montante, R$ 2 milhões foram usados para antecipar a vinda de Weverton (que ocorreria apenas em maio) e o restante para adquirir 25% de Diogo Barbosa (a outra parte poderá ser comprada nos próximos anos com valor pré-fixado). Os outros atletas vieram apenas com valor de salários e luvas.

Na janela anterior, por exemplo, o Palmeiras havia investido R$ 32 milhões. Desta vez, porém, o clube (que teve superávits nos últimos anos) investiu seus próprios recursos e não procurou a Crefisa para ajuda em contratações. Em negociações anteriores, mais R$ 100 milhões foram investidos pela patrocinadora.

Outros jogadores ainda podem ser contratados, mas em operações que provavelmente não envolveriam dinheiro. Assim, novos atletas chegarão apenas se forem ‘oportunidades de mercado’, como no caso de Ricardo Goulart, que tenta sua liberação na China. Se o atleta voltar ao Brasil, assinara com o Palmeiras.

Outra possibilidade é Gustavo Scarpa. O meia chegou a se acertar com o Palestra, mas o Fluminense não conseguiu entrar em acordo com jogadores alviverdes que envolveriam o negócio de troca – Róger Guedes era um destes, mas foi para o Atlético-MG. Assim, a negociações entre os clubes esfriou, mas o Tricolor segue em busca de um negócio vantajoso pelo atleta, uma vez que o jogador não quer permanecer nas Laranjeiras este ano e o clube não tem caixa para se reforçar.