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O técnico Celso Teixeira tinha dois sentimentos ao final da partida contra o Atlético de Cajazeiras, nesta quinta-feira, no Perpetão: o de alívio, após o empate do Campinense; e o de frustração pelo desempenho da equipe, especialmente na primeira etapa. No entanto, o comandante raposeiro deixou claro que o empate conquistado nesta noite foi o mais importante de tudo.

Em entrevista após o jogo, Celso tratou de valorizar o ponto conquistado, que mantém a Raposa na liderança do Grupo A, agora com três pontos de vantagem sobre o Nacional de Patos - e um saldo bem melhor: 10 a 4. Por isso, tratou de comemorar o resultado.

Após um primeiro tempo muito fraco das duas equipes, o jogo melhorou na segunda etapa. E o Atlético saiu na frente com um gol de Jó Boy, aos 28 minutos. O Campinense então melhorou e foi buscar a igualdade, conseguida graças ao zagueiro William Goiano, aos 39 minutos.

Os jogadores fizeram coro ao treinador e exaltaram o pontinho conquistado no Sertão. Sempre uma excelente opção de ataque, o lateral Alex Murici reconheceu que a equipe não fez um grande jogo, mas destacou a luta para conseguir o empate.

- A nossa equipe está de parabéns pela guerra que foi. Mas deixamos a desejar. No final, conseguimos pontuar. Enfrentamos uma grande equipe, lutamos até o final. Estamos trabalhando para continuar na ponta - avisou.

Já o volante Fábio Silva não concorda que o time jogou mal. Para ele, a partida ficou mais difícil pela necessidade do adversário em sair com a vitória, já que o Atlético começou a rodada no Z-2.

- Eles estavam desesperados, correndo muito. A gente tomou um gol, e em nenhum momento a gente deixou de jogar. No fim, conseguimos o empate - sintetizou.

O Campinense volta a jogar pelo Campeonato Paraibano somente no dia 18, depois do carnaval. O time faz a terceira partida seguida fora de casa, agora enfrentando o CSP, em João Pessoa.