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Já são nove das 20 provas do calendário realizadas em 2017, e a "silly season", época do ano em que iniciam os rumores de transferências de pilotos, começa a dar as caras na Fórmula 1. O caso mais comentado no paddock é quanto ao destino de Fernando Alonso na próxima temporada. Notadamente um dos mais talentosos do grid, o espanhol tem contrato com a McLaren até o final do ano e ainda não sabe o destino que irá tomar em 2018, mas disse que se "não vencer até setembro" tentará vaga em outro time.

Outro piloto que, recentemente, entrou na onda da boataria foi Max Verstappen. O holandês da RBR não tem contado com muita sorte na atual temporada, e, na Áustria, acumulou o quinto abandono do ano, após ser tirado por um desgovernado Alonso, que por sua vez, tinha sido atingido pela STR de Daniil Kvyat. Depois de impressionar em 2016 com a vitória no GP da Espanha, neste ano Verstappen tem apenas 45 pontos, contra 107 do companheiro de equipe Daniel Ricciardo, e especula-se que ele teria o interesse em deixar o time taurino.

Ferrari e Mercedes são os únicos destinos possíveis no momento para quem deseja vencer o campeonato. Com a boa forma de Valtteri Bottas, ganhador de duas etapas no ano, é provável que o time germânico prorrogue o contrato do finlandês, que vai só até o final de 2017. Por outro lado, na escuderia de Maranello, Kimi Raikkonen já em final de carreira, não tem a certeza da continuidade. Em entrevista ao site "Motorsport.com", Sergio Marchionne, presidente da Ferrari, negou o interesse em Alonso e Verstappen, mas também aproveitou para mandar uma mensagem para Kimi.

- Nós não falamos com a RBR sobre Verstappen nem estamos interessados ​​em Alonso. Kimi é um cara bom. Está comprometido, mas deve trabalhar ainda mais. Há dias em que eu sinto que leva as coisas de forma muito leve. Ainda assim, é válido para nos ajudar a ganhar o campeonato de construtores.