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Expulso aos 35 minutos do primeiro tempo, Rodrigo Caio não concordou com a decisão do árbitro Victor Carrillo, a exemplo de seus companheiros. O zagueiro acabou recebendo o cartão vermelho, exageradamente, ao disputar uma bola no alto com o atacante Marco Rubén, que teve seu rosto atingido pelo braço do adversário.

“Nem abri os braços, subi mais do que ele. Quando estava no alto, escorei para o Arboleda e na hora que eu caí, meu braço pegou no rosto dele. Não senti, só vi que ele estava sangrando quando ele estava no chão. Quando o juiz viu que ele estava sangrando, ele me deu o [cartão] vermelho”, afirmou Rodrigo Caio ao SporTV antes de traçar um paralelo com um episódio ocorrido na Libertadores de 2016.

“Contra o The Strongest, na Bolívia, aconteceu a mesma coisa. Ele [adversário] foi virar, pegou o cotovelo, rasgou a minha testa, e o juiz não marcou nada. Foi um erro grosseiro que nos prejudicou, acredito que poderíamos ter saído com um resultado melhor. Só tenho a agradecer à equipe, que correu, se dedicou”, completou.

O zagueiro são-paulino também teve mais uma prova da mudança de postura do São Paulo desde a chegada de Diego Aguirre no comando técnico. Nesta quinta-feira, os atletas novamente mostraram uma ótima organização defensiva e, mesmo com um jogador a menos por aproximadamente 45 minutos, conseguiu seguir no ataque e manter a bola longe de sua área.

“Já vejo essa mudança, nosso time está muito comprometido e acho que isso é importante. Nos jogos anteriores já vinha fazendo isso muito bem. Fica o gostinho de que poderíamos sair com a vitória, vínhamos controlando o jogo, tocando a bola. Infelizmente, em um erro dele, prejudicou nosso time”, concluiu.

O São Paulo volta a entrar em campo na próxima segunda-feira, quando estreia na atual edição do Campeonato Brasileiro, às 20h (de Brasília), no estádio do Morumbi, contra o Paraná Clube.