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 Enquanto o técnico Tite divulgava a lista de jogadores que vão à Copa da Rússia, agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) faziam um golaço ao estourar uma fábrica de camisas falsificadas da seleção, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. No local, que funcionava em uma cobertura, os agentes apreenderam cinco toneladas de equipamentos e material avaliados em cerca de R$ 3 milhões.

Oito pessoas que trabalhavam na fábrica no momento da chegada dos policiais foram detidas e levadas para a Cidade da Polícia. Segundo o delegado titular da DRCPIM, Maurício Demétrio, a fábrica tinha capacidade de produção de mil camisas por dia, que eram vendidas a R$ 50 cada.

Os policiais chegaram até a fábrica clandestina com trabalho de investigação, iniciada após denúncia. Até o final da tarde, os detidos prestavam depoimento na sede da especializada.