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Na Copa do Brasil, um empate fora de casa. No Brasileirão, a perda da liderança. E na Libertadores? O desafio do Flamengo é não deixar a peteca cair e, neste agosto insano, de calendário apertadíssimo, manter-se vivo nas três competições que disputa. Para isso, dar uma resposta à atuação ruim de sábado, contra o Grêmio, é fundamental. O duelo de amanhã contra o Cruzeiro, pela Libertadores, é missão pela competição mais importante. Tropeçar pode colocar em risco o embalo do time.

Mas o Flamengo tenta remar contra o registro histórico no Brasil. Ninguém conseguiu vencer, no mesmo ano, Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão — até porque o calendário, antes de 2013, não deixava. A tríplice coroa do próprio Cruzeiro, em 2003, tinha o Estadual e não a competição continental. Olhando as possibilidades do time no ano, é compreensível esse esforço nas três frentes. A Libertadores é um título que não vem há 37 anos. O Brasileirão traz um prestígio nacional que o Flamengo não tem desde 2009. E a Copa do Brasil rende uma premiação gorda: só a vitória em uma eventual final traz R$ 50 milhões, fora os valores acumulados durante a campanha (o prêmio bate na casa dos R$ 68 milhões).

Novato nesse grupo, volante o paraguaio Piris Da Motta adotou o discurso de confiança nos colegas.

— O Flamengo tem força para disputar todas as competições. Nos poucos dias que estive aqui, foi suficiente para perceber que trata-se de um elenco com uma qualidade humana incrível — afirmou o jogador.