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Egídio não marcou gol neste sábado, mas pode-se dizer que o camisa 6 foi o palmeirense mais feliz a deixar o campo no triunfo por 2 a 0 sobre o Avaí. Muito criticado na eliminação alviverde da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, o ala recebeu aplausos e teve o nome gritado no Palestra Itália.

A mudança de postura da torcida do Palmeiras teve início desde o anúncio da escalação. Quando o telão eletrônico da Arena informou que Egídio seria o titular, já foram ouvidos aplausos mais altos que a normalidade e até mesmo gritos de “força Egídio”.

Durante a partida, o apoio prosseguiu. Se nas últimas partidas as arquibancadas reclamavam a cada erro do camisa 6, desta vez preferiram aplaudir os acertos. Já na reta final do confronto, o jogador chegou a ter o nome gritado pelos torcedores. No entanto, o técnico Cuca viu parte dos gritos como irônicos.

“É difícil para o Egídio. Em alguns momentos senti parte de ironia com ele. Teve aquele empurrão do verdadeiro torcedor e outra parte gritando por ironia. Espero que seja só hoje, porque o Egídio precisa do torcedor. Falei que foi inconsequente no passado, mas é nosso melhor lateral. O torcedor tem de ajudar o Egídio, que vai jogar mais do que está jogando”, disse Cuca.