Alagoas virou coxa de retalhos para políticos mandar suas alfinetadas

  • 09/05/2009 03:55
  • Geral

Amizade e política são terrenos difíceis de combinar.Mas perguntando se é possível cultivar amigos nessa seara, o líder do PMDB,senador Renan Calheiros disse que sim, com uma condição:

" Depende do estilo pessoal. Tem gente que quando ganha eleição se acha o dono do mundo. E o pior leva seu temperamento para a função que ocupa." Alguém tem dúvidas a quem o senador se refere?

Ultimamente Alagoas tem virado uma coxa de retalho para os políticos mandarem suas alfinetadas súltimente em seus discursos. Desde quando Luciano Barbosa enviou um recado curto e grosso para Téo, não tem parado as alfinetadas de ambos lados dos velhos aliados políticos.

Na posse do secretário de Educaçação, nativo arapiraquense, como bem disse o tucano Teotonio Vilela.Um dia apòs veio a galope a resposta do outro lado, numa solenidade em Arapiraca dada pelo senador Renan Calheiros: "se não colaboramos, é porque não somos chamados."

Renan emendou afirmando está preocupado com a possibilidade da perda de recursos para as obras dos aeroportos de Maragogi e Penedo. O de Maragogi, adiantou Renan o dinheiro já está nos cofres do governo tucano. E por fim,ele disse estamos quase perdendo de recuros mais de  1 bilhões. e reclamou a lentidão da obra Al 101 sul que liga Barra a ponte Divaldo Suruagy.

E ainda esta semana foi registrada por este blog, mas alfinetadas. Por exemplo, do secretário Defesa Social Paulo Rubim que ao encontrar no Palácio da República dos Palmares com os manifestantes da policia militar e civil que aguarda a chamada para trabalhar, emendou:"Sou secretário. Não sou governador nem o dono do cofre."

Até o superintendente da PF,delegado José Pinto de Luna que anda circulando pelo interior do Estadio, deu a sua alfinetada, dizendo: " só lamento que os resultados demorem, enquanto ocrime avançara rápido." É obvio que ele anda comentando súltimente o final das novelas da Operações Taturana,Carranca, Gabiru e outras tantas que levaram o dinheiro público, cujo destino seria beneficiar a comunidade e alavancar o progresso do Estado que anda na lanterna do ranking da Federação.