Ewerton Maradona tem nova oportunidade para subir de divisãio no Brasileirão (Foto: Raphael Lemos)

Se há um jogador calejado em decisões de acesso nos últimos anos no elenco do Tombense é Ewerton Maradona. Nas últimas três temporadas ele disputou o segundo semestre por equipes em divisões distintas e fez boas campanhas, tendo boas atuações. No entanto, quando chegou a hora da decisão, as equipes em que o meia estava bateram na trave e não conseguiram o tão sonhado acesso.

Em 2014, pelo Tupi-MG, Maradona chegou às quartas de final da Série C, mas o Paysandu foi quem se classificou. No ano seguinte, o camisa 10 jogou a Série D pela Caldense, mas parou também nas quartas, perdendo para o Ypiranga-RS nos pênaltis. No ano passado, pelo próprio Tombense, Maradona chegou no meio da Série C, fez bons jogos, deu assistências, fez gol, mas por pouco o time não passou para as quartas. Só que neste ano, Maradona está confiante que tudo será diferente. Ele leva as derrotas nas temporadas anteriores como aprendizado para que os revezes não se repitam diante do CSA.

- Sempre chegando, nos últimos anos, no último jogo, perto do acesso. Infelizmente faltou um algo a mais, Este ano tenho oportunidade de mais uma vez buscar esta classificação. Agora temos totais condições de subir o Tombense. Espero que desta vez não bata na trave. Particularmente estou muito confiante. Será um jogo difícil, mas nosso time cresceu na hora certa. É ter os pés no chão – falou.

Na segunda-feira, Maradona deve ser titular e coordenar o meio-campo carcará diante do CSA, às 20h45, no Almeidão, em jogo que abre as quartas de final da terceira divisão nacional. Protagonista em outras equipes, Maradona tem dividido as atenções com outros jogadores, como o atacante Max, vice-artilheiro do campeonato com oito gols, que está fora da partida por suspensão, o jovem Keké e a segura dupla de zaga Ednei e Wellington Carvalho. Segundo o camisa 10 carcará, o coletivo do time é muito forte e uma das principais armas para buscar o acesso.

- Eu não jogo sozinho, não vou pegar a bola e driblar todo mundo, marcar, cruzar o fazer gols sozinho. Aqui é uma equipe. Cada um está fazendo sua função e vem dando certo. A gente fica mais tranquilo, não fica naquela de “eu vou resolver”. A gente vai usar nossa experiência na hora certa para que as coisas aconteçam. Mas estamos tranquilos, trabalhando bastante – finalizou.