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No próximo ano, a saída de Ronaldinho Gaúcho do Barcelona completará uma década. A passagem do meia pelo clube ficou marcada por gols, títulos, idolatria e, também, por sua saída já em queda de produtividade. Ao relembrar os momentos que viveu na cidade espanhola, o brasileiro negou que tenha saído por desentendimentos com Pep Guardiola, como foi noticiado na época.

— Foi uma decisão minha. Já havia cumprido meus objetivos e precisava de novos desafios. Com Pep, sempre tive uma boa amizade. Ele treinava a filial. E eu tinha uma boa relação com Pere, seu irmão — afirmou Ronaldinho, em entrevista ao canal catalão TV3.

— Sempre fui muito direto e aberto com todos. Não havia me cansado de vencer, mas precisava de coisas novas. Aqueles que ficam parados não evoluem.

A relação entre o brasileiro e o Barcelona é boa. No início do ano, Ronaldinho foi apresentado como embaixador para representar a instituição pelo mundo. Ao todo, foram cinco anos como jogador do clube. Ele elegeu o holandês Rijkaard como o treinador com quem mais gostou de trabalhar.

— Ele foi o melhor treinador que tive. Nos dava muita tranquilidade. As pessoas não reconhecem a importância de sua passagem pelo Barcelona. Foi difícil montar a equipe, mas foi a chave para os anos seguintes.