1324040720enqueteprefeitos Alan Ruschel voltou a jogar e tem sido bastante utilizado na Chape (Foto: Sirli Freitas/Chapecoense)

Muito mais do que jogadores. Dos muitos contratos que se encerram ao término de 2017, dois são tratados com carinho especial pela Chapecoense: os de Alan Ruschel e Neto. Sobrevivente do acidente de 29 de novembro, a dupla é vista como patrimônio do clube, que iniciou negociações para estabelecer vínculos longos a partir da virada do ano.

O desejo é ficar com o lateral em definitivo, enquanto o zagueiro, ainda em recuperação de lesões, receberá um projeto com plano de carreira também fora de campo.

Com previsão de cirurgia no ligamento cruzado posterior do joelho prevista ainda para este ano, Neto teria renovação automática até que tivesse condições de jogo. A Chape, por sua vez, quer dar tranquilidade ao zagueiro para definir seu futuro.

Apesar de ainda contar com seus serviços como jogador profissional, o clube avalia possibilidades para que o sobrevivente siga presente no dia a dia mesmo que o retorno não aconteça como esperado.

Já com a carreira restabelecida, Alan Ruschel esteve em campo em nove partidas em 2017 e faz partes dos planos para o elenco do ano que vem.

O desejo da Chapecoense é ficar em definitivo com seus direitos econômicos, que pertencem ao Inter, com quem está vinculado até dezembro de 2018, e assinar um contrato de três anos. O clube já manifestou o interesse na renovação para o empresário André Cury, que confirmou o início das conversas.

Entre os sobreviventes, quem tem a situação definida até o momento é Jakson Follmann. O ex-goleiro teve o contrato como jogador rescindido e assinou por três anos para ser embaixador da Chapecoense. Participando de cursos de gestão, há ainda a expectativa de que, com o passar do tempo, assuma um cargo no departamento de futebol do clube.