1312465911capinhacastelo040811 Vanderlei Luxemburgo disse que marcação cerrada da Chape passou dos limites (Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press)

Em casa, contra a Chapecoense, o Sport aumentou a série invicta na Série A e somou a segunda vitória consecutiva, por 3 a 0. Para o treinador rubro-negro, Vanderlei Luxemburgo, o triunfo foi justo e aconteceu apesar do "antijogo" do adversário, como ele definiu.

A respeito do jogo, Luxemburgo exaltou a atuação do Sport sobretudo no segundo tempo - quando os espaços começaram a se abrir. E quando Diego Souza entrou em campo.

- O jogo era complicado. A postura da equipe deles era muito defensiva e dura, como é no Sul. Mais rígida, pega, fazendo faltas e dificultando o jogo. Sabíamos que teríamos de ter paciência. Primeiro tempo foi truncado. No segundo, mudei um pouco a característica. Tirei Sander e coloquei Diego. Mena foi para a lateral, já que tinha uma descida melhor. A entrada de Diego Souza jogou um pouco mais de medo no adversário. Abri o jogo com Rogério e Everton. A parte física deles caiu um pouco, o que é normal. Ninguém consegue fazer a marcação cerrada nos 90 minutos - afirmou.

Essa marcação dura e cerrada, segundo ele, muitas vezes passou do limite. Luxemburgo criticou o exagero, em sua visão, do time dirigido pelo técnico Vinícius Eutrópio. O técnico falou do assunto ao comentar a confusão que envolveu o volante Rithely, do Sport, e o lateral-esquerdo Reinaldo, da Chapecoense, no final da partida.

- O pessoal da Chapecoense achou que ele (Rithely) estava debochando. Mas ele estava comemorando (o terceiro gol do Sport). A proposta do time deles foi de antijogo. Foi muito nítido. Faltas e faltas sequenciais. O árbitro até demorou a dar cartão. Poderia ter dado algum vermelho por reincidência. Aí Rithely foi comemorar e eles não gostaram.