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Uma das músicas mais cantadas pela torcida vascaína lembra de um gol de Juninho Pernambucano no Monumental de Núnez, em Buenos Aires, na Libertadores de 1998. Curiosamente, foi naquele estádio que a atual dupla de ataque argentina do Vasco começou sua vida profissional. Crias do River Plate, Maxi López e Andrés Ríos mostraram no último sábado que, juntos, não faltará vontade para o setor ofensivo.

Jogador que inicialmente viu seu tempo cair com a chegada do conterrâneo, Ríos marcou pela primeira vez desde a chegada de Maxi López. A única vez em que os dois jogadores ficaram juntos por 90 minutos em campo foi na derrota para o Vitória há dez dias. Antes de balançar a rede contra o Flamengo, na segunda ocasião em que começaram juntos, ele havia desperdiçado outra chance criada por López. Ontem, Ríos afirmou que pode trabalhar mais pelo lado para que a dupla siga em campo.

— É uma posição que eu conheço. Quero aproveitar os minutos que o Valentim está me dando. É importante jogar na minha função, acho que posso contribuir mais. Tenho que ajudar o Maxi na frente e também fazer gols — disse o atacante.

Contra o Flamengo, Rios aproveitou justamente uma bola que veio do novo companheiro para fazer seu 11º gol na temporada. Desde que chegou, Maxi López tem números ainda mais animadores: oito partidas, marcou dois gols e distribuiu quatro assistências para gol.

Embora o último sábado tenha animado a parceria, eles ainda não sabem o que é vencer juntos no Vasco. Em seis partidas em que atuaram simultaneamente, o time perdeu três e empatou uma. Ontem, durante atividade no centro de treinamento em Vargem Pequena, eles treinaram chutes a gol.

— Para um atacante, é importante colocar a bola para dentro quando tem a chance. Vamos trabalhar para termos mais ocasiões de gol, isso é fundamental — disse Ríos.

Ontem, o Vasco anunciou Antônio Vitor de Abreu como novo vice-presidente médico.