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O Flamengo, questionado pela dificuldade de decidir seus jogos, se planejou para ser protagonista das seis competições que disputaria em 2017. A queda na Libertadores depois do título estadual invicto aumentou a cobrança por um título de expressão, mas a ideia propagada como mantra pela torcida, de que “Brasileiro é obrigação”, internamente não deixa os jogadores e a comissão técnica tão pressionados.

Há o entendimento de que o clube se reestruturou para brigar por conquistas importantes todo ano, de forma irreversível. Se não for o Brasileiro, já que o Corinthians disparou, pode ser a Copa do Brasil, a Sul-Americana. O objetivo principal é voltar à Libertadores todo ano. E deixar no passado o drama contra o rebaixamento. A meta real é não sair do G-3, grupo que se classifica diretamente para a Libertadores.

Na ansiedade de que o sonho se torne realidade, a torcida cobra a cada escalação, pede a saída de Zé Ricardo, critica quem comanda o futebol.

Em agosto, o time começa com os jogos contra Santos e Vitória pelo Brasileiro, volta atenções para a Sul-Americana contra o Palestino na semana que vem, alterna jogos do Brasileiro frente a Atlético-MG e Atlético-GO com as semifinais da Copa do Brasil diante do Botafogo, e fecha o mês contra Atlético-PR no Nacional e Paraná, pela Primeira Liga.

- Calendário é esse. Tem que ganhar tudo. Por mais que tenha um departamento médico capacitado é difícil controlar, depende do jogo. Nós temos feito as opções certas - exaltou Juan, sem priorizar títulos.