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O ex-boxeador Mike Tyson revelou, em entrevista para a ESPN americana, que utilizava um método curioso para driblar os exames antidoping nos tempos em que lutava. Segundo o lendário pugilista, ele utilizava um pênis falso com a urina dos filhos para burlar os exames antidopagem.

Tyson também contou que chegou a utilizar a urina de sua esposa, porém, foi alertado por ela sobre o risco de os resultados apontarem uma gravidez. Ela o alertou para parar com tal prática.

"Eu costumava usar a urina da minha esposa e ela me disse: 'Quando os resultados saírem, eles lhe dirão que você está grávido'. Então, era melhor eu usar a urina de meus filhos", revelou Tyson.

Perguntado sobre como fazia para enganar os agentes do antidoping, o ex-boxeador revelou que usava um pênis falso, chamado de 'whizzinator'.

"Você tem o 'whizzinator', o pênis falso. A maioria dos homens, mesmo se você é gay, se sente desconfortável quando você mostra o pênis, então quando eu mostrava o pênis, eles se viravam e não viam eu tirando a urina", lembrou.

Caso semelhante foi revelado esta semana

Curiosamente, nesta semana foi revelado um caso similar ao relatado por Tyson. Alegando motivos familiares, o ex-jogador americano de basquete Donell Cooper se aposentou no auge de sua carreira em 2018, aos 27 anos de idade, enquanto atuava pelo AS Monaco, da França.

Entretanto, a Federação Internacional de Basquete revelou que o jogador foi pego em um exame antidoping. O teste de urina apontou gravidez. O que ocorreu foi que Donell trocou o exame de urina com a sua namorada, só que ele não sabia que ela estava grávida.

Como consequência ele foi punido com uma pena de dois anos de gancho, que iria até 2020. Ele então optou pela aposentadoria.

Em 2014, o armador havia feito um requerimento para se tornar cidadão bósnio e atuar pela seleção do país.