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Oficialmente à frente do Náutico juntamente com Edno Melo desde 1º de janeiro de 2018, o vice-presidente Timbu, Diógenes Braga, tem como sua principal atribuição ser o homem forte no futebol do clube. Responsável pela formação e gestão do elenco alvirrubro nos últimos 22 meses, o dirigente conseguiu comemorar a obtenção do segundo título do clube em dois anos, algo que não se repetia desde o biênio 2001-2002. Porém, desta vez, o clube chegou de maneira inédita a uma taça de nível nacional. 

Porém, para chegar a esse ponto, Diógenes revelou em entrevista à Rádio Jornal, que foi necessário bastante esforço no sentido de manter a austeridade financeira, algo que é marca da atual gestão Timbu, o que chamou de responsabilidade, umas das palavras que, segundo o dirigente, resume bem o que foi a campanha do Náutico para chegar ao título da Terceira Divisão.

“Responsabilidade e ambição. Não tenho nenhum tipo de rancor de nada do que aconteceu. Apanhei para caramba, mas apanhei para ser responsável, pelo compromisso que eu assumi com o clube e com o presidente, para que os caras do elenco jogassem essa final com o salário em dia. É preciso entender que o clube tem um limite para o tamanho do seu passo, não se pode dar passos maiores que as pernas e ambição de se achar que sempre se pode mais”, explicou o comandante do futebol alvirrubro.

Perguntado sobre a sensação que fica após a conquista do primeiro título nacional, que encerra o primeiro biênio do dirigente à frente do futebol do Náutico, Diógenes foi enfático ao explicitar que a principal herança dos últimos dois anos é o resgate da autoestima dos torcedores alvirrubros.

“Resgate, resgate. Resgate da autoestima, resgate da competitividade, resgate da credibilidade. O Náutico voltou, o Náutico é isso aqui. É um time que não desiste e entrega resultado até ser campeão. Não mexe com o gigante, porque o gigante é o Náutico.”