Marcos Ribolli Rs=w:350,h:263,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true

Markus Maluko está apenas abrindo o card principal do UFC São Paulo, mas nem por isso ele deixou de ser o protagonista da noite desta sexta-feira, na pesagem cerimonial do evento, no Ginásio do Ibirapuera. O paulista - adversário de Wellington Turman - capitalizou em torno do sucesso do filme "Coringa", e entrou fantasiado na atividade, divertindo o público presente nas arquibancadas da arena.

Maluko escondeu a maquiagem o quanto pôde. Ele entrou encapuzado, de cabeça baixa e, ao tirar a camisa, colocou o cabelo para tapar o rosto, de costas para os fãs. No entanto, ao se virar para a torcida, abriu o sorriso, mostrando a mesma maquiagem do Coringa. O atleta, que ainda não assistiu ao filme lançado este ano, declarou ao Combate.com que é fã do personagem interpretado pelo falecido ator Heath Ledger, no filme do Batman. Ele tentou simular os trejeitos e, diante de Turman, soltou a famosa frase: "Why so serious?".

Paul Craig também decidiu pintar o rosto, ao estilo do filme "Coração Valente". O escocês - uma vez mais - tentou intimidar Maurício Shogun ao se aproveitar da maior envergadura. Eles protagonizaram uma encarada longa e tensa, assim como havia sido no "Media Day".

Protagonistas da luta principal da noite, Ronaldo Jacaré e Jan Blachowicz fizeram uma encarada respeitosa. O brasileiro aposta no apoio da torcida para se sair vitorioso.

- A expectativa é boa. Estou confiante, sei que a torcida vai estar do meu lado e vai me impulsionar em direção à vitória.

Já o polonês disse que vai roubar a cena no evento vencendo a luta principal da noite.

Convocado pelo narrador Rhoodes Lima a comparecer ao palco, Charles do Bronx entrou em ritmo acelerado, exibindo a bandeira do Brasil e bradou: "Aqui não!". O pupilo de Diego Lima não esmoreceu diante de Jared Gordon. Eles encostaram a testa e colaram o nariz. O americano fez cara de desprezo, enquanto a torcida vibrava ao ver o anfitrião erguer a mão em direção ao céu.

Escoltado por seu técnico, André Dida, Francisco Massaranduba - adorado pelo público desde a época em que soltava suas frases marcantes no TUF Brasil 1, em 2012 - foi ovacionado. O piauiense fez cara feia para Bobby Green, que sorriu em deboche e sinalizou para a torcida gritar mais alto com o braço ao ouvir os gritos de "Uh, vai morrer".

Companheiro de equipe de Massaranduba e também ex-integrante da primeira temporada do TUF Brasil, Serginho Moraes tirou uma caneta azul do bolso para tentar embalar a torcida com a música que viralizou nas últimas semanas, porém, os fãs não entraram na dele. Na hora da encarada, momentos de tensão com James Krause.