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A juíza Luciani Regina Martins de Paula indeferiu o pedido de liberdade da defesa de Edison Brittes, assassino confesso do ex-jogador Daniel, mesmo com a utilização de tornozeleira eletrônica. A decisão foi emitida nesta sexta-feira em São José dos Pinhais, em Curitiba, Paraná.

Na decisão, a juíza cita o medo de testemunhas que participam do caso com uma possível retaliação de Edison Brittes, motivo o suficiente para deixá-lo preso, presando pela proteção dos envolvidos.

"As vítimas dos fatos de coação, que também são testemunhas oculares do delito mais grave - suposto delito de homicídio qualificado -, manifestaram grande temor do requerente, fato esse que poderá, sim, importar na modificação de seus depoimentos caso o réu seja solto, independementemente de estar com monitoração eletrônica ou não. Logo, conclui-se que o risco de interferência é concreto, e que a aplicação de medidas cautelares se revela insuficiente/ineficaz no caso em tela", afirmou.

"O Flamengo tem um grupo muito forte. Pode ter certeza que, se eles encontrarem um jogador que queiram trazer, eles vão trazer. E ai vai depender dos outros clubes ou o Flamengo vai tomar conta de tudo do futebol sim. Se os outros não investirem pesado, o Flamengo vai sobrar nas competições. É um mérito dos clube, temos que bater palmas. Vão sobrar pelo dinheiro, investimento e pela busca dos melhores", alarmou.

Representante de Edison Brittes e de sua esposa Cristiana e filha Allana, Claudio Dalledone Júnior entrou com o pedido de revogação da prisão preventiva no dia 2 de dezembro, alegando que o réu não prejudicaria o curso das investigações ao ser monitorado pela tornozeleira eletrônica. Mas o argumento não convenceu e acabou sendo negado.

Flamengo e Grêmio se enfrentaram quatro vezes em 2019 – duas pelos turnos do Campeonato Brasileiro e duas pela semifinal da Libertadores da América. Superior, o Rubro-Negro venceu três e empatou uma, válido pelo jogo de ida da semifinal da Libertadores, em Porto Alegre.