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Depois de o Treze perder para o Sousa por 1 a 0 neste domingo (02), em jogo válido pela terceira rodada do Paraibano 2020, o técnico Celso Teixeira desabafou sobre a terrível situação do estádio Marizão, que todo ano apresenta problemas de todas as ordens, sobretudo o campo de jogo.

Sincero como sempre, o treinador fez questão de destacar a dificuldade de enfrentar o Dinossauro no Sertão.

No entanto, Teixeira não conseguiu esconder sua bronca com a arbitragem, que, para ele, não marcou um pênalti para a sua equipe.

Ainda em tom de desabafo, o comandante alvinegro detonou o gramado e o vestiário de visitante no Estádio Marizão, tecendo críticas ao Ministério Público e a Federação Paraibana de Futebol (FPF) pela liberação da praça esportiva.

O primeiro por recomendar a utilização do estádio, enquanto a segunda responsável efetivamente pela liberação.

– Eu acho que enfrentamos um grande adversário. É sempre difícil enfrentar o Sousa aqui. Principalmente pelos artifícios que eles usam. Dentro do campo, nós perdemos o jogo. Tivemos um pênalti não marcado num lance em que o braço do jogador estava aberto, em qualquer lugar aquilo é pênalti. Agora, o que me deixa estranho é que a gente precisava de um mínimo de condição para trabalhar. E não que a gente entrasse num banheiro que, depois de 10 caras usarem, a gente pudesse usar. Não tem água nem para você jogar fora. Isso é um desrespeito com o ser humano. E agora você não tem um pingo de água para tomar banho, mesmo tendo uma viagem de quatro horas para fazer. Isso é futebol profissional? Eu me sinto paraibano, porque adotei esse lugar como meu. Mas esse descaso é relatado em todo o Brasil. Nós estamos sendo falados, estamos sendo jogados no lixo. E também jogar num gramado nesta situação. Nós estamos sendo agredidos. Você precisa ter um mínimo de condições. E esse estádio foi liberado – disse Celso Teixeira.